5 aspetos a ter em conta antes de comprar um smartphone recondicionado

Nos dias que correm, os smartphones fazem cada vez mais parte do nosso quotidiano. Seja porque constituem a nossa principal ferramenta de trabalho ou simplesmente porque gostamos de nos manter atualizados, os upgrades para aparelhos tecnológicos mais avançados são, progressivamente, mais recorrentes. Por esse motivo, as opções de mercado têm vindo a tornar-se mais diversificadas e com uma proposta de valor cada vez mais competitiva.

Nesse sentido, e porque a decisão de apostar na compra de um novo dispositivo deve ser ponderada, por forma a poupar, não só a carteira como também o ambiente, hoje partilhamos algumas sugestões do que se deve ter em conta antes de comprar um telemóvel recondicionado: 

  1. Fazer uma pesquisa, comparar preços e verificar se as lojas são certificadas e de confiança

Fazer uma lista de tudo aquilo que pretende num novo smartphone – tamanho, memória, qualidade da câmara – é o primeiro passo para depois se pesquisar e comparar preços. Também é importante conhecer todas as opções de mercado e, mais do que isso, ter a certeza que a loja é certificada e de confiança. O ideal é optar pela compra de aparelhos recondicionados em lojas certificadas, uma vez que estes são sempre sujeitos a testes exaustivos para garantir a sua qualidade máxima. 

  1. Ver as reviews de outros consumidores sobre a loja e telemóvel

Ler reviews, não só sobre o aparelho, como também sobre as próprias lojas, é crucial para fortalecer o sentimento de confiança. Nesse sentido, vale a pena consultar fóruns e perceber qual é a opinião de outros consumidores sobre a loja e os vários aparelhos tecnológicos. Estar informado e consciente das várias opções de mercado é fundamental para uma compra mais segura. Através da Trustpilot é possível perceber se a empresa é de confiança, mediante a cotação que tem, e ler reviews de outros consumidores.

  1. Perceber se há a possibilidade de vender o smartphone antigo 

Há várias razões que levam à compra de um novo dispositivo. Seja porque o antigo está a começar a ter problemas ou porque deixou de “encher as medidas”, o que é facto é que esse dispositivo é deixado de lado, para dar lugar a outro.  Por isso, importa ter em consideração se a loja onde se vai comprar também tem a hipótese de comprar o antigo dispositivo ou um sistema de retomas. Nesse sentido, contribui-se não só para a redução do lixo eletrónico, fazendo com que este equipamento entre novamente na economia circular, como também dá a possibilidade de o consumidor reaver uma parte do investimento, ao vender o antigo aparelho eletrónico e comprar um novo, respetivamente. 

  1. Optar, sempre que possível, por um smartphone no melhor estado 

Os smartphones recondicionados possuem diversos estados ou classificações de qualidade. O ideal, para garantir a máxima eficácia e usabilidade, será, sempre que possível, optar por um smartphone no melhor estado. Além do aspeto exterior do telemóvel, é muito importante testar também todas as funcionalidades, nomeadamente a ligação à Wi-Fi, a rede móvel, a impressão digital, se o ecrã tem sensibilidade ao toque e o estado da bateria. 

  1. Compreender a diferença entre smartphones recondicionados e em segunda-mão

Por fim, um aspeto bastante importante a ter em consideração antes de comprar um smartphone recondicionado é perceber que estes se distinguem dos smartphones em segunda-mão ou usados, apesar de ainda serem, muitas vezes, confundidos. Os smartphones recondicionados são sujeitos a todo um processo exaustivo e rigoroso, com recurso a alta tecnologia, para garantir que o consumidor o recebe intacto, como se de um equipamento novo se tratasse. Os smartphones em segunda-mão ou usados são entregues exatamente no estado em que se encontram, não havendo qualquer tipo de alteração ou melhoria. 

Estes são alguns aspetos a ter em consideração quando se compra de um smartphone recondicionado. No entanto, é de realçar que comprar um aparelho deste tipo significa contribuir para um mundo mais sustentável, uma vez que se evita a produção de equipamentos novos e, consequentemente, a utilização de mais recursos naturais. 


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